Na manhã de terça-feira (18) a Prefeitura da Estância de Atibaia anunciou uma novidade na área da saúde: o Programa Ouvir Mais, cujo objetivo é zerar a fila de espera por aparelhos auditivos no município. Em cerimônia realizada no Centro de Convenções e Eventos Victor Brecheret, o Poder Executivo firmou um convênio com a Associação Terapêutica de Estimulação Auditiva e Linguagem – ATEAL para a aquisição dos aparelhos, e o público pôde assinar os termos de interesse junto à Prefeitura.
O investimento da Administração Municipal é de R$ 800 mil, com recursos próprios, e a ação beneficiará 480 pacientes, com uma expectativa de confecção de até 960 aparelhos auditivos em um período de 11 meses de convênio. Além dos aparelhos, a Prefeitura oferece, aos pacientes que necessitarem, o transporte sanitário até a sede da associação – na cidade de Jundiaí-SP – para a realização dos exames que nortearão a produção de cada aparelho.
Segundo a Secretaria de Saúde, o déficit na área, hoje, é de 726 atendimentos, já que o município de Atibaia é contemplado pelo Estado de São Paulo, mensalmente, com sete aparelhos, destinados a dois grupos prioritários: crianças e pessoas economicamente ativas. Esse número, conforme a Secretaria, fica bem abaixo da demanda existente, que é três vezes maior, portanto há formação de fila de espera na cidade.
Vale lembrar que durante a vigência do convênio Atibaia também dará continuidade ao fornecimento de 77 aparelhos disponibilizados pelo Estado de São Paulo, por meio da Central de Vagas.
A solenidade de lançamento do programa contou com a presença do prefeito da Estância de Atibaia, Saulo Pedroso de Souza; do vice-prefeito Emil Ono; da secretária de Saúde, Maria Amélia Sakamiti Roda; da superintendente e fundadora da ATEAL, Mariza Pomilio; da presidente da Câmara Municipal, vereadora Roberta Barsotti; dos vereadores Fabiano de Lima, Marcos Pinto de Oliveira (Marcão do Itapetinga) e Sebastião Batista Machado (Tiãozinho da Farmácia); além de secretários, demais autoridades e público em geral, que lotou o auditório do Centro de Convenções.
Durante o evento, o prefeito ressaltou que os aparelhos atenderão às necessidades exclusivas de cada paciente. “A partir de agora os procedimentos para a confecção dos aparelhos serão iniciados e, em breve, os atendidos terão esse recurso à disposição. É uma iniciativa capaz de transformar a vida dessas pessoas, promovendo, sobretudo, a inclusão social”, destacou. “Embora seja uma demanda do Governo Estadual, conseguimos realizar o planejamento necessário e, felizmente, oportunizar esse recurso”, complementou.
]]>O objetivo do programa é zerar a fila de espera por aparelhos auditivos no município. De acordo com a Secretaria de Saúde, hoje há um déficit de 726 atendimentos, uma vez que o município de Atibaia é contemplado pelo Estado de São Paulo mensalmente com sete aparelhos, destinados, principalmente, a dois grupos prioritários (crianças e pessoas economicamente ativas). Esse número, ainda segundo a Secretaria, fica bem abaixo da demanda que é três vezes maior, consequentemente há a formação da fila de espera.

E, para dar celeridade a esse atendimento, a Prefeitura já estabeleceu contato com os primeiros 480 pacientes que serão atendidos nessa primeira fase, com a expectativa de confecção de até 960 aparelhos. Durante a celebração do convênio com a entidade ATEAL Jundiaí, os pacientes também assinarão um termo de interesse pelo aparelho com a Prefeitura. A partir daí, os procedimentos para a confecção dos aparelhos, que são personalizados, serão iniciados. Esse trabalho será realizado dentro de 11 meses. Nesse período, continuará o fornecimento de 77 aparelhos pelo Estado de São Paulo, por meio da Central de Vagas.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), de 2015, cerca de 28 milhões de brasileiros possuem deficiência auditiva, o que representa 14% da população do país. Para Atibaia, a estimativa é de cerca de 7 mil pessoas com deficiência auditiva, sendo 1.500 com grau severo. O professor Ricardo Bento, da Faculdade de Medicina da USP, afirma que está aumentando o número de pessoas com surdez no Brasil devido a diversos fatores. Tais como, o aumento de expectativa de vida, que após os 60 anos começa a apresentar perdas auditivas significativas; a exposição a ruídos em oficinas mecânicas, indústrias, metalúrgicas principalmente pela falta do uso de protetores auditivos; e uso de aparelhos de som, fones de ouvido e celulares com volumes elevados.
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Três meses após publicação de decreto temporário do governador Márcio França, entidades do estado de São Paulo ganharam um fôlego na arrecadação de doações por meio da Nota Fiscal Paulista. Até 31 de dezembro de 2018, as instituições poderão coletar notas fiscais em urnas distribuídas em estabelecimentos comerciais da cidade. A mudança no sistema de doação de notas fiscais para entidades, que proibiu o uso dessas urnas de coleta e impõe que a doação seja feita por meio de um aplicativo de celular, reduziu drasticamente o valor arrecadado pelas instituições.
De acordo com o administrador-geral do Grendacc (Grupo em Defesa da Criança com Câncer), Gilberto Bútalo, a entidade que já teve até um setor especialmente para a digitação das notas fiscais, chegava a receber R$ 500 mil de repasse no semestre, sem contar os sorteios. A entidade chegou a ser contemplada com um sorteio de R$ 300 mil. “Já este ano, o último repasse foi de R$ 44 mil, referente ao primeiro trimestre”, compara.
Bútalo destaca que a substituição das notas digitais pelo aplicativo consiste num processo delicado. “Será necessária uma campanha muito grande de conscientização e ainda assim esbarramos no fato de que nem todo celular suporta um aplicativo”, pondera ele, lembrando também das dificuldades que algumas pessoas podem encontrar para se adaptar ao novo processo. “Com as caixinhas é bem mais simples e o contribuinte pode escolher várias instituições para colaborar. Agora, com o aplicativo, o consumidor terá de indicar uma única instituição.”
Na Apae Jundiaí a situação é semelhante. Segundo a coordenadora administrativa e financeira, Priscila Rodrigues, explica, de 2017 para 2018 a entidade também teve uma grande redução de doações, a partir da utilização do aplicativo. De janeiro até abril do ano passado, a entidade recebeu em média pouco mais de R$ 86 mil. No mesmo período deste ano, a média caiu para R$ 445,25. Já de maio até julho de 2017, a média foi de R$ 84 mil. Neste mesmo período de 2018, já com decreto temporário em vigor, a entidade arrecadou, em média, R$ 64 mil.
De acordo com Priscila, as pessoas não têm o hábito de guardar as notas para fazer a doação pelo aplicativo. “Muitas disseram que o app era pesado para o celular, que não tinham cadastro na Secretaria da Fazenda e somente quem tem o cadastro pode fazer a doação. Com a volta das urnas nada disso é necessário, apenas que tenham a iniciativa de depositar o cupom”, comenta.
A coordenadora também destaca a nova possibilidade disponível para o consumidor cadastrar no site da Secretaria da Fazenda, a doação automática dos seus cupons fiscais. “Assim o consumidor pede para inserir o CPF no momento da compra e a doação vai para a entidade que ele cadastrou no site”, resume.
A superintendente da Ateal de Jundiaí, Mariza Pomilio, lamenta a mudança, que reduziu drasticamente a arrecadação da entidade. “A doação é de fundamental importância para a Ateal, um recurso valioso para manutenção dos serviços”, diz. Mariza explica que os aparelhos auditivos e os implantes cocleares são benefícios do SUS, mas a manutenção dos aparelhos têm sido um grande desafio.
“A Ateal tem trabalhado muito para que as pessoas, usuárias de aparelhos e de implantes, possam dar continuidade aos benefícios dos equipamentos, ajudando na manutenção. Por isso, a Nota Fiscal Paulista é um grande apoio financeiro”, confirma, frisando que a entidade está à disposição das pessoas, caso tenham dúvidas de como fazer o procedimento.
]]>Falta de acessibilidade e de criação de políticas públicas são os principais desafios enfrentados por pessoas com deficiência em Jundiaí, segundo relatam entidades do município. Psicóloga e coordenadora da Amarati, Silvana Gáspari Lo Monaco, afirma que em Jundiaí, assim como em outras cidades do Brasil, há muitas barreiras arquitetônicas que interferem na mobilidade.
“Além disso, há um número reduzido de transportes adaptados, bem como de profissionais nas áreas da saúde e da educação, que ainda estão construindo um conhecimento frente às pessoas com deficiência, e o preconceito são aspectos que andam na contramão da inclusão”, diz.
A Ateal, em nota, salienta que no caso da deficiência auditiva ainda falta acessibilidade em lugares públicos da cidade para aqueles que se comunicam em Libras, com objetivo de entender o que está sendo dito por outras pessoas que não utilizam esse recurso. “Isso poderia ser feito por meio de intérpretes ou aplicativos de tradução”, sugere.
Já a diretora executiva e coordenadora de áreas da Apae, Suely Angelotti, destaca que entre as deficiências, a intelectual é a menos priorizada. “A sociedade e as famílias têm a dificuldade de compreensão de quais são as limitações desse público”, ressalta. Presidente do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência, Ivanilde Oliveira de Jesus confirma que a cidade precisa corrigir calçadas irregulares. Além disso, reforça, que as pessoas devem estar conscientes sobre a utilização de vagas destinadas para cadeirantes.
“O conselho tem alcançado bom diálogo com o Poder Público, a fim de desenvolver políticas voltadas para a pessoa com deficiência. Jundiaí está desenvolvendo um mapeamento sociogeográfico sobre a pessoa com deficiência. Através desta ferramenta, a destinação de recursos públicos será melhor distribuída. A primeira fase desta iniciativa será apresentada no final de setembro”, descreve.
EVENTO
Para discutir questões como essas, a Prefeitura de Jundiaí promove na próxima semana, de 21 a 28, a 25ª Semana de Prevenção das Deficiências. A abertura do evento será no Teatro Polytheama, às 21h, com entrada gratuita, reunindo entidades e com apresentação de atividades artísticas e culturais de estudantes da rede municipal de ensino e coreografias de alunos do Peama.
Segundo o assessor de Políticas para a Pessoa com Deficiência, Marco Antônio dos Santos, o evento tem por objetivo chamar atenção às questões ligadas à prevenção. “As crianças são fundamentais nessa iniciativa, pois são multiplicadoras da causa e estão em processo de formação e desenvolvimento.” Após a abertura no dia 21, o evento acontecerá nas escolas da rede municipal de ensino, através de trabalhos que discutem o tema de prevenção. “Cerca de 10 mil alunos estarão inseridos nesta atividade”, encerra Marco Antônio.
]]>O trabalho, iniciado no ano passado, contou com várias etapas, desde avaliações audiológicas e pré-moldagens, moldagem, confecção até chegar à entrega. “São iniciativas como esta, formalizadas em parcerias, que auxiliam a administração a suprir a demanda crescente pelo atendimento em Saúde de Jundiaí. A ATEAL é uma instituição séria, reconhecida internacionalmente que oferece serviço de excelência e a Fundação Starkey, trabalha da mesma forma, em todo o mundo. É um dia marcado por muita emoção, tanto dessas pessoas que retomam a audição, quanto nossa, em poder acompanhar essa felicidade”, comenta o prefeito Luiz Fernando Machado.
De acordo com o gestor da UGPS, Tiago Texera, a demanda pelos aparelhos é constante. “Com a parceria foi possível reduzir a fila existente na época em 50%. Os aparelhos são de alta tecnologia, promovendo a melhoria da qualidade de vida da população, que volta a interagir e socializar”, detalha. A UGPS possui convênio com a entidade para o atendimento integral na área da saúde auditiva, com a entrega mensal de 150 aparelhos.
Durante o evento, o fundador da Fundação Starkey, William F. Austin, comentou sobre a meta da fundação, que objetiva, até 2020, entregar 1 milhão de aparelhos auditivos para todo o mundo. A doação, prevista inicialmente em R$ 800 mil, alcança a cifra de R$ 1 milhão com o valor atualizado do produto. “Neste projeto, receberemos voluntários do mundo todo, como Brasil, Estados Unidos e México para trabalhar em conjunto”, detalha Marisa Pomilio, superintendente da ATEAL.
Felicidade
Angelino Leo, 82 anos, esbanjava alegria após colocar os dois aparelhos nos ouvidos. “Fui perdendo a audição, sem motivo aparente. Minha esposa já usa há vários anos. Agora vamos poder conversar sem precisar ficar gritando”, conta o aposentado.
José Roberto de Lima, 60 anos, foi perdendo a audição durante sua vida profissional. “Fui metalúrgico. Perdi a audição trabalhando, com o tempo. Não entendia nada que as pessoas dissessem sem ficar observando o movimento da boca. Agora é outro mundo. Voltei a ouvir. Minha mulher não vai precisar ficar me empurrando ou puxando para atravessar a rua ou pegar o ônibus”, comenta o aposentado, emocionado por voltar a ouvir as conversas em seu entorno.
]]>O trabalho, iniciado no ano passado, contou com várias etapas, desde avaliações audiológicas e pré-moldagens, moldagem, confecção até chegar à entrega. De acordo com o gestor da Unidade de Saúde, Tiago Texera, a demanda pelos aparelhos é constante. “Com a parceria foi possível reduzir a fila existente na época em 50%. Os aparelhos são de alta tecnologia, promovendo a melhoria da qualidade de vida da população, que volta a interagir e socializar”, detalha. A Unidade de Saúde possui convênio com a entidade para o atendimento integral na área da saúde auditiva, com a entrega mensal de 150 aparelhos.
Angelino Leo, 82 anos, esbanjava alegria após colocar os dois aparelhos nos ouvidos. “Fui perdendo a audição, sem motivo aparente. Minha esposa já usa há vários anos. Agora vamos poder conversar sem precisar ficar gritando”, conta o aposentado. José Roberto de Lima, 60 anos, foi perdendo a audição durante sua vida profissional. “Fui metalúrgico. Perdi a audição trabalhando, com o tempo. Não entendia nada que as pessoas dissessem sem ficar observando o movimento da boca. Agora é outro mundo. Voltei a ouvir. Minha mulher não vai precisar ficar me empurrando ou puxando para atravessar a rua ou pegar o ônibus”, comenta o aposentado, emocionado por voltar a ouvir as conversas em seu entorno.
O fundador da Fundação Starkey, William F. Austin, participou da entrega e falou que a meta da fundação é entregar, até 2020, 1 milhão de aparelhos auditivos em todo o mundo. A doação, prevista inicialmente em R$ 800 mil, alcança a cifra de R$ 1 milhão com o valor atualizado do produto. “Neste projeto, receberemos voluntários do mundo todo, como Brasil, Estados Unidos e México para trabalhar em conjunto”, detalha Marisa Pomilio, superintendente da Ateal.
O prefeito Luiz Fernando Machado destacou a importância desse tipo de iniciativa. “Essas parcerias auxiliam a administração a suprir a demanda crescente pelo atendimento em saúde. A Ateal é uma instituição séria, reconhecida internacionalmente que oferece serviço de excelência e a Fundação Starkey, trabalha da mesma forma, em todo o mundo.”
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Uma parceria viabilizada entre a Prefeitura de Jundiaí, a partir da Unidade de Gestão de Promoção da Saúde (UGPS), Associação de Estimulação Auditiva e Linguagem (ATEAL) e a Fundação Starkey resulta na entrega de 1,2 mil aparelhos auditivos para moradores de Jundiaí. O volume corresponde a uma redução de 50% na fila de espera registrada na época da assinatura do termo de doação. A entrega foi realizada nesta terça-feira (26), no Parque da Uva.
O trabalho, iniciado no ano passado, contou com várias etapas, desde avaliações audiológicas e pré-moldagens, moldagem, confecção até chegar à entrega.
“São iniciativas como esta, formalizadas em parcerias, que auxiliam a administração a suprir a demanda crescente pelo atendimento em Saúde de Jundiaí. É um dia marcado por muita emoção, tanto dessas pessoas que retomam a audição, quanto nossa, em poder acompanhar essa felicidade”, comenta o prefeito Luiz Fernando Machado.
De acordo com o gestor da UGPS, Tiago Texera, a demanda pelos aparelhos é constante.
“Com a parceria foi possível reduzir a fila existente na época em 50%. Os aparelhos são de alta tecnologia, promovendo a melhoria da qualidade de vida da população, que volta a interagir e socializar”, detalha.
A UGPS possui convênio com a entidade para o atendimento integral na área da saúde auditiva, com a entrega mensal de 150 aparelhos.
Angelino Leo, 82 anos, esbanjava alegria após colocar os dois aparelhos nos ouvidos. “Fui perdendo a audição, sem motivo aparente. Minha esposa já usa há vários anos. Agora vamos poder conversar sem precisar ficar gritando”, conta o aposentado.
José Roberto de Lima, 60 anos, foi perdendo a audição durante sua vida profissional. “Fui metalúrgico. Perdi a audição trabalhando, com o tempo. Não entendia nada que as pessoas dissessem sem ficar observando o movimento da boca. Agora é outro mundo. Voltei a ouvir. Minha mulher não vai precisar ficar me empurrando ou puxando para atravessar a rua ou pegar o ônibus”, comenta o aposentado, emocionado por voltar a ouvir as conversas em seu entorno.
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A primeira fase da doação aconteceu ano passado, em dezembro, quando pacientes foram selecionados pela Secretaria de Saúde da Prefeitura juntamente com a equipe da ATEAL – Associação Terapêutica de Estimulação Auditiva e Linguagem, de Jundiaí, para receber uma nova chance de ouvir melhor.
A Starkey Hearing Foundation se comprometeu a doar mais de um milhão de aparelhos auditivos até o final desta década e o Brasil foi um dos países escolhidos para ajudar a cumprir esta meta. “A missão significa mais do que doar aparelhos auditivos, é sobre melhorar vidas e dar esperança às pessoas. Para o Brasil, é uma honra fazer parte deste projeto”, afirma Marco Ferreira, diretor da Starkey Brasil.
Muitas vidas irão se transformar com a doação dos aparelhos auditivos. A filosofia de Bill Austin, fundador da empresa – que estará presente nos dias das entregas -, é que o dom da audição abre um novo mundo de oportunidades conectando os indivíduos à vida e ajudando-os a perceber seu potencial. O objetivo da Fundação não é apenas ajudar a restaurar a audição mas sim capacitar as pessoas com a competência de construir vidas e futuros melhores.
Como funciona a missão:
Na primeira ação no Brasil, em 2015, Jhonny Depp veio para o Rio de Janeiro participar da entrega dos aparelhos. Além dele, celebridades internacionais como Bill Clinton, Elton John e Whoopie Goldberg estão envolvidos na causa. Desta vez, as cidades brasileiras selecionadas foram Campinas e Jundiaí, pelo fato de a sede da empresa no Brasil ser em Campinas.
Os membros Starkey Hearing Foundation selecionam o município, recrutam e treinam voluntários locais para ajudar a garantir o sucesso a longo prazo e a sustentabilidade de cada missão. Dessa forma a ação é dividida em três fases: na primeira, cada paciente selecionado passa pelo registro, onde tem que responder um questionário básico, avaliação médica, assiste uma pequena palestra com orientações sobre as etapas da missão bem como a história da fundação e então é encaminhado à estação de pré moldagem dos aparelhos, que serão produzidos sob medida. Na segunda fase acontece a distribuição e orientação para o uso dos aparelhos. A terceira fase consiste em acompanhamento fonoaudiológico.
Entrega de aparelhos auditivos
Data: 26/06/2018
Horário: a partir das 8h
Local: Parque da Uva
Pacientes: em torno de 560
Voluntários do mundo todo participarão desta ação. Esta é a segunda etapa de um projeto, que se iniciou o ano passado, com a realização das avaliações audiológicas e pré-moldagens. Os 600 contemplados pelo projeto, estavam na fila de espera do município para o processo de doação. Os atendimentos começarão às 8 horas e contarão com a presença do fundador da Fundação Starkey, William F. Austin. O evento deve durar o dia todo.
O projeto reduziu em 50% a fila de espera, e o aparelho auditivo trará qualidade de vida e autoestima para esta população. Todos os pacientes participantes do projeto receberão um aviso na próxima semana para comparecer ao local, no horário determinado. Segundo a Ateal, todos os pacientes serão convocados por telefone e a divisão por horários será a seguinte:
Pacientes com nomes que começam com letras de A a J – 8 horas.
Pacientes com nomes que começam com letras de K a Z – 9 horas.
Todos os pacientes precisam levar cartão que foi entregue em dezembro.
A Ateal orienta os pacientes a levar lanches e medicações que necessitem tomar no decorrer do dia. Aqueles que utilizam cadeiras de rodas também devem levar a sua. O local tem estacionamento gratuito. O paciente que não puder comparecer, não ganhará o aparelho neste projeto e voltará ao final da fila SUS.
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